Aeroporto Internacional já tem operações para 37 destinos para atender a demanda de alta temporada

Reportagem: Pacheco de Souza

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, está preparado para atender à demanda da alta temporada 2021. Ao longo de todo o mês de janeiro, o aeroporto terá voos diretos para 37 cidades, sendo 35 brasileiras e os voos internacionais para a Cidade do Panamá e Lisboa (Portugal). Desse total, 31 operações são regulares e seis são sazonais, que são os casos de Cabo Frio (RJ), Búzios (RJ), Guarapari (ES), João Pessoa (PB), Aracaju (SE) e Foz do Iguaçu (PR).

Todos esses mercados já estão sendo atendidos desde dezembro de 2020, com exceção de Aracaju, operação da Azul que começa agora com a realização de cinco voos semanais partindo do aeroporto.

Esses destinos se somam a outros 30 que já estavam em operação: Jericoacoara (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Teixeira de Freitas (BA), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), Vitória da Conquista (BA) , Barreiras (BA), Carajás (PA), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Governador Valadares (MG), Goiânia (GO), Ilhéus (BA), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Montes Claros (MG), Santos Dumont (RJ), São Luiz (MA), Uberlândia (MG), Campinas (SP), Vitoria (VIX), Belém (PA), Porto Seguro (BA), Recife (PE), Salvador (BA) e o internacional da Tap para Lisboa (Portugal). 

“A entrada de novos destinos e a programação de voos extras têm o intuito de atender os passageiros que desejam retomar as viagens a lazer durante o verão. Nossa ideia é manter as operações com a máxima segurança possível para que todos tenham a tranquilidade e confiança em voar e circular pelo terminal. Estamos sempre em busca de ampliar a conectividade de Minas Gerais com o Brasil e também com o mercado internacional”, avalia Clayton Begido, gestor de Conectividade e Aviação da BH Airport. 

O verão segue movimentando o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. A expectativa é que cerca de 700 mil pessoas passem pelo terminal ao longo de janeiro, aumento de 15% em relação a dezembro. Já o número de voos deverá chegar a cerca de 6.000, alta também de 15% na comparação com o mês anterior. Além disso, esse volume representa uma retomada de cerca de 80% das operações que ocorriam em fevereiro de 2020.  

Antes da pandemia, cerca de 30 mil pessoas circulavam diariamente pelo Aeroporto Internacional de Belo Horizonte e em torno de 300 voos eram operados por dia entre pousos e decolagens. Eram oferecidos voos para 45 destinos, sendo cinco internacionais (Orlando, Fort Lauderdale, Buenos Aires, Panamá e Portugal). 

Ações contra a Covid-19

No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte são colocadas em prática todas as orientações das autoridades de saúde e da Agência de Aviação Civil (Anac) para que as pessoas se sintam seguras para circular pelo aeroporto, bem como para voar. Há dispensers de álcool em gel em todo o aeroporto, barreiras de proteção nos locais de atendimento aos usuários e adesivos informativos para piso, assentos, banheiros e elevadores. Com apoio do exército, uma equipe foi capacitada para atuar na descontaminação e higienização de áreas de grande circulação. Entre as demais medidas já adotadas para o combate à disseminação da Covid-19, também foi reforçada a limpeza e desinfecção das áreas comuns de todo o aeroporto, especialmente dos banheiros. 

Para completar, aeroporto também laçou uma campanha de comunicação no intuito de conscientizar passageiros, visitantes e a comunidade aeroportuária sobre a necessidade de higienização das mãos, de manter o distanciamento, isolamento de assentos, uso de máscara e demais atitudes que podem garantir a saúde e segurança de todos.

Mais de novecentos mil proprietários de veículos já solicitaram a restituição do Seguro DPVAT em todo Brasil

Nota da redação

A pouco menos de dois meses para o fim do ano, mais de novecentos mil brasileiros já solicitaram a restituição do Seguro DPVAT. O reembolso, direito de quem pagou o Seguro do exercício 2020 com o valor de 2019, está disponível desde o dia 15 de janeiro e varia entre R$10,98 e R$72,28, de acordo com a categoria do veículo.

Para solicitar o estorno, basta acessar a plataforma disponibilizada pela Seguradora Líder, administradora do consórcio que gere o Seguro, no endereço http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br/ e preencher os dados solicitados. Se as informações estiverem corretas, o valor será depositado, diretamente na conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo, em até dois dias úteis.

Para realizar a solicitação é necessário informar:

CPF ou CNPJ do proprietário do veículo; Renavam do veículo; E-mail e telefone de contato; Data em que foi realizado o pagamento; Valor pago; Banco, agência e conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo.

Em caso de dúvidas, a Seguradora Líder também disponibilizou em seu canal no Youtube um passo a passo detalhado de como fazer o pedido, além de respostas às principais dúvidas sobre o procedimento.

Restituições nos estados

Até o momento, em todo o Brasil, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Pernambuco são os estados com maior número de solicitações de reembolso.

TJMG busca conciliação entre Vale e Estado para reparação de danos

Nova rodada de negociação foi marcada para 17 de novembro

Nota da redação

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Segundo Grau (Cejusc-2º grau), promoveu nesta quinta-feira (22/10), audiência de conciliação entre a Vale S/A, o Estado e partes interessadas na reparação dos danos provocados pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. Ao final, decidiu-se pela marcação de uma nova audiência para o dia 17 de novembro, às 14h, para os acertos finais e possível homologação do acordo.

A audiência foi conduzida pelo presidente do TJMG, desembargador Gilson Soares Lemes, pelo 3º vice-presidente, desembargador Newton Teixeira Carvalho, pelo coordenador do Cejusc 2º grau, desembargador Ronaldo Claret, pelo juiz auxiliar da 3ª Vice-Presidência, José Ricardo Véras e pelo juiz Elton Pupo Nogueira, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Belo Horizonte, onde tramita uma das ações contra a companhia. O superintendente adjunto administrativo, desembargador José Arthur Filho, também participou da audiência.

O presidente Gilson Lemes considerou que a reunião foi positiva já que houve acordo em sete das nove premissas apresentadas pela Vale. Tais premissas deveriam ser avaliadas e afastadas pelo Ministério Público, Defensoria Pública do Estado, Defensoria Pública da União, Advocacia-Geral do Estado e Advocacia-Geral da União.

Tais premissas foram discutidas por cerca de cinco horas. A Vale irá rever a posição em relação àquelas em que não houve consenso. “O que posso adiantar é que a sessão de conciliação foi muito proveitosa e a Vale e as instituições jurídicas presentes estão muito empenhadas em realizar o acordo. Com o afastamento da maioria das premissas postas pela Vale, é possível no novo encontro chegarmos a um acordo”, destacou o presidente.

A Vale apresentará proposta do valor monetário a ser ressarcido e que deve estar presente no acordo no dia 3 de novembro, sobre o qual a Advocacia-Geral do Estado e as outras partes se manifestarão até 24 horas antes da próxima audiência

Premissas

Entre as premissas, definiu-se que as partes irão elaborar um glossário que definirá a melhor terminologia para redação do acordo, em atenção à legislação e doutrinas ambientais nacionais. Será assegurada a participação organizada da população atingida na próxima minuta de acordo.

Serão ratificados integralmente os acordos previamente celebrados, incluindo termo anterior de compromisso já firmado entre a Vale e a Defensoria Pública.

O teto do acordo não contemplará as indenizações individuais e as medidas de reparação integral. Tal teto irá incorporar ações de reparação e compensação socioeconômica e compensação ambiental dos danos já conhecidos. Fatos supervenientes e desconhecidos ficarão fora do teto.

Os pedidos das ações serão extintos ou prejudicados quando se correlacionarem com os objetos dos acordos. Aqueles remanescentes ficarão permanentemente conexos.

A Vale S/A manterá o pagamento do auxílio emergencial até 30 de novembro de 2020, quando então poderá ser definida a manutenção ou não do referido auxílio.

Processos 5010709-36.2019.8.13.0024; 5026408-67.2019.813.0024; 5044954-73.2019.8.13.0024; 5087481-40.2019.8.13.0024.

Eleições do Crea-MG serão realizadas em Pedro Leopoldo

Depois de ser adiado em função do novo coronavírus, processo eleitoral que vai eleger os dirigentes do Sistema Confea/Crea e Mútua vai ocorrer em outubro

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Informações de Solange Simões

No próximo dia 1° de outubro, serão realizadas as eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua em todo o Brasil. Anteriormente previsto para o dia 15 de julho de 2020, o pleito foi adiado em razão da pandemia da covid-19. Pedro Leopoldo será uma das sedes da votação. A urna será instalada na Inspetoria do Crea-MG – Rua Otoni Alves, 345, lj. 01, Centro.

Os profissionais de engenharia, agronomia e geociências da cidade vão escolher os presidentes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), além dos diretores regionais (administrativo e geral) da Caixa de Assistência dos Profissionais dos Crea (Mútua-MG). Em Pedro Leopoldo, também haverá processo consultivo para a escolha dos inspetores das comissões executivas da Inspetoria local. Os mandatos são de três anos, gestão 2021/2023, e os cargos honoríficos.

Para facilitar o acesso do profissional e, assim, permitir um maior número de votantes, 114 cidades mineiras vão sediar o processo eleitoral. Além das mesas obrigatórias, que estarão localizadas na sede do Crea-MG, nas Inspetorias e nos Escritórios de Representação, também serão disponibilizadas urnas facultativas em empresas, instituições de ensino e entidades de classe em todo o estado. “Estaremos com uma estrutura para evitar aglomerações e tomando todas as precauções e os cuidados definidos pelos órgãos de saúde para receber os profissionais. A participação é fundamental, pois estaremos definindo quem fará a gestão do nosso Conselho nos próximos três anos”, afirma o coordenador da Comissão Eleitoral Regional (CER), engenheiro florestal João Paulo Sarmento.

A eleição ocorre por meio do voto direto e secreto. Todos os profissionais que estejam em dia com o Conselho estão aptos a votar, basta se dirigir ao seu local de votação com um documento de identificação com foto, expedido por órgão oficial. O pleito será realizado das 8h às 19h. O local de votação pode ser conferido na área exclusiva do profissional, acessada pelo site do Conselho.

Medidas protetivas

Para que o pleito ocorra com segurança, em função do novo coronavírus, serão adotadas medidas protetivas como o uso obrigatório de máscaras e luvas descartáveis, fornecimento de álcool 70% para higienização de mãos e materiais, distanciamento na sala de votação, além de definir como horários preferenciais, das 8h às 9h e das 13h30 às 14h30, aos eleitores dos grupos de riscos.

No dia da eleição, todas as unidades do Crea-MG vão funcionar, exclusivamente, como postos de votação, não havendo atendimento regular para o público. Para mais informações sobre o processo eleitoral, confira o site do Crea-MG http://bit.ly/EleiçõesSistema2020

“Fecomércio em Conexão” e Sebrae Minas promovem webinar sobre como potencializar as vendas

O evento, que será realizado no dia 9 de setembro, às 19h, irá discutir os desafios e oportunidades para o comércio varejista

Informações: Solange Simões / Imagem ilustrativa

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) acelerou o processo de digitalização e provocou inúmeras mudanças em milhares de empresas em todo o país. Não por acaso, muitas precisaram se reinventar e adaptar suas atividades para o ‘novo normal’, com adoção do delivery, antecipação na venda de produtos e serviços, e, até mesmo, a associação a outras empresas para potencializar seus negócios. Com o objetivo de discutir os desafios e as oportunidades para o comércio varejista, o projeto “Fecomércio em Conexão” e o Sebrae Minas promovem, no dia 9 de setembro, às 19h, o webinar “Como vender com a loja fechada?”.

O evento on-line e gratuito é uma sugestão do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Luzia (Sindicov-SL), além de uma parceria entre os sindicatos filiados da Fecomércio MG e as regionais do Sebrae Minas. O encontro será conduzido pelo palestrante Fábio Neto, especialista nas áreas de marketing, comercial e operações. Ele apresentará soluções e estratégias para conduzir as vendas e conseguir resultados mais satisfatórios nesse novo cenário do comércio varejista.

As inscrições para o webinar estão abertas e podem ser feitas no site Sympla até o dia 7 de setembro.

Serviço:

webinar “Como vender com a loja fechada?”

Data e hora: 9 de setembro (quarta-feira), às 19h

Inscrições: pelo site Sympla

Cunhado é condenado a indenizar aposentado por injúria racial

Acusado tentou justificar sua inocência alegando também ser negro

Reportagem: Pacheco de Souza

Um aposentado da cidade de Coronel Fabriciano será indenizado em R$ 10 mil por danos morais, decorrentes das injúrias raciais proferidas em local público pelo cunhado dele. A sentença é do juiz Bruno Junqueira Pereira, da 2ª Vara Cível da comarca, localizada a 200km de Belo Horizonte.

De acordo com a ação, em maio de 2017, enquanto estava na fila do guichê da rodoviária local para comprar uma passagem, o aposentado foi surpreendido pelo cunhado, que se aproximou e o atacou verbalmente com xingamentos como “crioulo, macaco, safado”. O ofensor acusou-o de manter um relacionamento amoroso com sua esposa e o ameaçou de morte.

A vítima afirmou que os fatos se deram na presença de diversas pessoas e que, devido à situação constrangedora, tentou sair do local, mas foi impedida pelo acusado. A Polícia Militar foi acionada. O aposentado acrescentou que, em consequência do episódio, sofreu danos psicológicos graves e irreversíveis, e foi necessário o uso contínuo de medicamentos antidepressivos.

O acusado, em sua defesa, argumentou que os fatos narrados foram apurados em ação criminal já arquivada, ocasião em que pagou uma multa como transação penal no valor de um salário mínimo.

Ele confessou que houve de fato a discussão com seu cunhado, mas sem agressão verbal ou física, e afirmou que não houve prática de injúria racial, pois ele mesmo se autodeclara negro, assim como toda a sua família.

Danos à honra e imagem

Ao analisar a ação, o juiz considerou incontroverso que ocorreu um desentendimento, mas não houve agressões físicas, conforme admitido pelo próprio aposentado em audiência.

Ele lembrou que a honra e imagem das pessoas são direitos fundamentais assegurados pela Constituição da República, assim como o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

O fato foi alvo de apuração na esfera criminal, culminando com a homologação da transação penal ofertada pelo Ministério Público.

A celebração da transação penal, destacou o juiz, não implica reconhecimento de culpa, do qual decorreria automático dever de indenizar. Contudo, “não afastada a existência material do fato pelo Juízo criminal e a questão remanesce aberta para discussão no âmbito cível, em virtude da independência das instâncias”.

Por isso, independentemente da classificação penal da conduta do réu, o magistrado considerou evidente que as palavras proferidas tiveram o condão de violar os direitos da personalidade do aposentado, desqualificando sua honra e sua imagem.

O juiz Bruno Junqueira afirmou ainda que, em audiência de instrução, o aposentado reiterou que recebeu xingamentos referentes à sua cor, o que foi confirmado por uma testemunha.

Não foi acatada a alegação do acusado no sentido de que, por se autodeclarar negro, não seria possível ser ele acusado pelas injúrias raciais. O juiz avaliou não ser crível que somente pessoas brancas possam cometer ataques étnico-raciais a pessoas negras.

“Inexiste monopólio ou vinculação necessária de tais práticas a determinado grupo social. Ao contrário, o racismo (lato sensu) pode ser, e infelizmente é, praticado por qualquer pessoa”, frisou o magistrado.

O juiz considerou comprovada a conduta deliberada e ilícita do acusado, que causou o dano moral e o dever de indenizar.

Justiça terá que devolver motocicleta apreendida

Sentença não determinou que veículo fosse destinado à União

Reportagem: Pacheco de Souza

Foto ilustrativa

Os desembargadores da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinaram que uma motocicleta apreendida, utilizada por terceiros para tráfico de drogas, fosse devolvida à proprietária do veículo. A decisão modificou sentença da Comarca de Oliveira, que não havia autorizado a restituição.

Segundo consta no processo, dois homens trafegavam na motocicleta, quando foram detidos portando drogas, uma arma de fogo e munições. A proprietária havia emprestado a eles a moto.

Os dois homens foram denunciados e condenados e, após todo o processo ser concluído, a defesa entrou com o pedido de restituição do veículo, que havia sido apreendido.

De acordo com a proprietária, a sentença não determinou que a motocicleta fosse destinada à União. Além disso, a mulher afirma que no processo não consta que o material ilícito tenha sido transportado por meio da moto.

A parte argumentou também que os bens devem permanecer em juízo enquanto interessarem ao processo. Porém, quando deixam de apresentar utilidade para as investigações, devem ser devolvidos.

Para o relator, desembargador Paulo Cézar Dias, uma vez que a decisão final não apontou a destinação da motocicleta, o bem deverá ser restituído.

Acompanharam o relator os desembargadores Fortuna Grion e Maria Luíza de Marilac.

Fonte: Assessoria de Comunicação do TJMG

Justiça determina remarcação de viagem devido ao coronavírus

Pandemia altera programação de casal que pretendia viajar para a Europa

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Reportagem: Pacheco de Souza / Imagem de arquivo

Um casal que viajaria para a cidade de Lisboa no último domingo (15/3) ajuizou uma ação para ter o direito de remarcar a viagem sem pagar taxas adicionais, devido à pandemia causada pelo coronavírus. O pedido foi aceito pelo juiz Mauricio Jose Machado Pirozi, da 3ª Vara Cível da Comarca de Muriaé.

Com isso, a TAM Linhas Aéreas S.A., a Expedia do Brasil Agência de Viagens e Turismo LTDA. e a Hotelaria Accor Brasil S.A. deverão suspender as passagens aéreas e as hospedagens e fazer a remarcação dos serviços sem cobrar taxas adicionais. Os consumidores terão o prazo de um ano para remarcar a viagem.

O casal havia reservado sua hospedagem para o período de 16 a 24 de março. Devido à pandemia, que está afetando o turismo e o comércio de quase todas as cidades europeias, eles perceberam que sua viagem seria prejudicada.

A decisão, por ser de primeira instância, está sujeita a recurso.

Fonte: Imprensa TJMG

Prefeitura de Jequitibá cancela o carnaval do município

Prefeito Humberto Reis

Reportagem: Pacheco de Souza / Foto: Divulgação

As fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de Belo Horizonte no último mês, fazendo com que o Rio das Velhas transbordasse em vários trechos, inclusive em Jequitibá, levou o Município a decretar situação de emergência (Decreto Municipal nº 008/2020), com reconhecimento estadual através do Decreto nº 038/2020 e federal através da Portaria nº 214/2020, com dezenas de famílias desabrigadas e desalojadas.

Diante disso, a administração municipal informa que, em reunião realizada esta semana com secretários municipais, o prefeito Humberto Reis definiu por cancelar as comemorações do Carnaval 2020, que ocorreriam de 22 a 25 de fevereiro. “A cidade sofreu muito com as chuvas. Seria uma irresponsabilidade manter os gastos públicos com a festa. Ainda há ações de recuperação que precisam ser feitas”, informa o prefeito.

O prefeito esclarece ainda que os trabalhos de recuperação das áreas afetadas já foram iniciados e continuarão sendo feitos, inclusive com recuperação de estradas e pontes, bem como, deu início ao melhoramento do projeto do dique e drenagem. “A administração pública permanecerá trabalhando para o bem-estar da população. Pedimos a compreensão de todos nesse momento de crise”, finaliza o prefeito.

Belo-horizontinos não realizam proteção completa contra a dengue

Pesquisa inédita da Cruz Vermelha encomendada ao Ibope mostra também que existem pessoas que acreditam não correr qualquer risco de pegar a doença

Fonte: ketchum / Imagem de arquivo

Uma pesquisa inédita da Cruz Vermelha Brasileira, encomendada ao IBOPE, revelou que 86% da população da capital mineira se declara bem informada sobre como prevenir a Dengue. 80% dos respondentes declaram que a preocupação com a arbovirose e sua transmissão ocorre durante o ano todo. De maneira geral, verificar se não tem água parada em baldes, calhas, garrafas, ralos, tanques etc. foi consenso para 97% dos entrevistados, seguido por 94% que sabem que deixar a caixa d´água tampada é uma forma de prevenção. Porém o uso do aerossol (16%), do repelente elétrico líquido (27%) e a vacina (14%) são as alternativas menos utilizadas, o que pode sinalizar que parte da população ainda não reconhece as alternativas nem pratica a proteção completa e constante.

“O desconhecimento por parte da população de um conjunto eficiente de alternativas que inclui, além de evitar a água parada, o uso de aerossol e de repelente elétrico e corporal para reduzir a proliferação do mosquito coloca todos em risco. Precisamos redobrar a atenção com a chegada do período chuvoso, lembrando que os casos estão aumentando por uma série de fatores, entre eles, a mudança no sorotipo predominante da doença e a falta de proteção completa com o uso de todos os recursos disponíveis. Por isso é importante não baixar a guarda e atuar em várias frentes ao mesmo tempo”, alerta a médica pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Os índices explicam outro dado preocupante da pesquisa: quase metade (45%) dos belo-horizontinos afirma que já teve Dengue ao menos uma vez. Os números também corroboram os dados do Ministério da Saúde, que contabilizaram aumento de 600% nos casos de Dengue no país em 2019 (em relação a 2018). Destacam-se com casos da doença o Distrito Federal e os estados de Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul1.

Medidas complementares: desconhecidas, mas fundamentais

O próprio Ministério da Saúde recomenda a adoção de medidas complementares ao combate à água parada, como o uso de repelentes, inseticidas e mosquiteiros.

“O cuidado dentro de casa é fundamental para afastar e reduzir a reprodução do mosquito de maneira eficaz e também para combater as picadas. É possível erradicar as doenças causadas pelo Aedes aegypti e estimular as pessoas a terem pequenos gestos de prevenção e de proteção, mas cada um precisa fazer sua parte”, reforça o presidente da Cruz Vermelha Brasileira, Júlio Cals.

Em parceria com a marca SBP, a Cruz Vermelha Brasileira está em campo com o projeto #JUNTOSCONTRAOMOSQUITO para conscientizar a população. Os mutirões realizados sob metodologia desenvolvida com a London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição reconhecida internacionalmente por sua excelência em pesquisas sobre doenças tropicais, já impactou mais de 11 mil famílias em 2 anos. A previsão é que a iniciativa contemple outras 20 mil famílias em 2020, com ações de limpeza para a eliminação dos focos de mosquitos e com a distribuição de materiais educativos e de produtos SBP.

Sobre a pesquisa

A pesquisa de opinião pública da Cruz Vermelha Brasileira, encomendada ao IBOPE, com o apoio de SBP, foi realizada para levantar por meio online o conhecimento da população sobre os hábitos de prevenção contra a Dengue. Foram realizadas 3.165 entrevistas em uma amostra estratificada por região do país com envio aleatório do link da pesquisa para os painelistas e controle de cotas para representatividade do perfil do internauta brasileiro de 16 anos ou mais das classes A, B e C. Foram usados como fontes de dados para a elaboração da amostra dados do CENSO 2010, do PNADC 2017 e do IBOPE Inteligência. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados.

Sobre SBP

Há mais de 40 anos no mercado, SBP já é sinônimo de prevenção contra insetos, oferecendo proteção completa – dentro e fora de casa – com sua linha de inseticidas e repelentes. Constantemente em busca de novas tecnologias para eliminar e repelir insetos, a marca oferece total eficiência. Para a casa, o portfólio inclui uma gama variada de inseticidas em aerossol e repelentes elétricos. Para o uso pessoal fora de casa, a marca traz dois repelentes corporais, ambos à base de Icaridina, um ativo seguro e eficaz, garantindo até 5 horas de proteção com a linha SBP Advanced e até 12 horas de proteção com a linha SBP PRO.

Sobre a RB

O Grupo RB (Reckitt Benckiser), líder global em bens de consumo para saúde e higiene, atua em mais de 60 países e conta com mais de 40 mil colaboradores globalmente. Nossas marcas são guiadas pelo propósito de oferecer soluções inovadoras para proporcionar vidas mais saudáveis e lares mais felizes a milhões de pessoas ao redor do mundo.

Com a aquisição da Mead Johnson Nutrition em 2017, a empresa incluiu em seu portfólio marcas focadas em nutrição infantil, como Sustagen e Enfagrow. Assim, a RB passou a se organizar globalmente em duas Unidades de Negócio independentes: Health (Saúde) e Hygiene Home (Higiene e Casa).

No Brasil, a RB Comercial conta com um portfólio de 29 marcas conhecidas pelo consumidor brasileiro e que fazem parte do seu dia a dia. Entre elas, estão Veja, Vanish, SBP, Sustagen, Enfagrow, Strepsils, Naldecon, Olla, Jontex, Luftal, LuftaGastroPro, Veet, Harpic, Destac, Poliflor, Finish e Bom Ar Air Wick.

Somos motivados pela conquista, apaixonados pela superação de resultados e comprometidos com a qualidade e a excelência científica. Essa é a cultura da RB.