O corpo da Pedroleopoldense foi sepultado na tarde deste sábado, 21 de dezembro, no Cemitério Parque Bosque da Esperança
Reportagem: Pacheco de Souza / Images do arquivo Mix Notícias

Faleceu aos 59 anos, a Artista Plástica Vânia Braga, irmã do jornalista Beto Braga, do Jornal Folha de Pedro Leopoldo. O seu corpo foi sepultado na tarde deste sábado, 21 de dezembro, no Cemitério Parque Bosque da Esperança, em Belo Horizonte. A cerimônia de despedida da artista na capital mineira contou a presenta de muitos amigos, parentes e de autoridades politicas, principalmente, de ex-secretários de cultura com quem Vânia Braga teve contato nos últimos anos em razão do seu trabalho artístico.
Sobre Vânia Braga
Nascida em Pedro Leopoldo, Vânia é filha do artista plástico Alberto Braga e, por isso, cresceu em meio a outros artistas e aos trabalhos no ateliê de seu pai, fato que acabou inspirando para que as brincadeiras com argila enquanto criança se tornassem profissão quando adulta.
Por algum tempo, a artista trabalhou pintando telas no estilo figurativo, impressionismo e abstrato, porém acabou indo para o mundo das esculturas após se inspirar com o trabalho da escultora Sônia Ebiling. Com o tempo foi aprimorando cada vez mais seus traços e sua técnica para chegar à criação de seus felinos e outros animais, que são sua marca registrada. O bronze, mármore reconstituído e resina cristal com tinta automotiva são alguns dos materiais utilizados na confecção das peças.

O trabalho da artista pode ser visto em diversas partes de Minas Gerais, devido aos diferentes convites recebidos para criação de monumentos colocados em locais públicos, como a escultura denominada “Maternidade”, que se encontra no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, a escultura em tamanho real do médium Chico Xavier, que se encontra na cidade de Pedro Leopoldo, um monumento em tamanho natural denominado “Imigrante Libanês”, que fica no Centro Comercial de Teófilo Otoni, e a obra intitulada “Eterna Modernidade”, no Conjunto Moderno da Pampulha, que retrata uma cena real ocorrida no ano de 1942, entre o então prefeito Juscelino Kubitschek, o arquiteto Oscar Niemeyer, o artista plástico Cândido Portinari e o paisagista Roberto Burle Marx.